{"id":15,"date":"2003-08-26T20:00:47","date_gmt":"2003-08-26T20:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/grimorio.cih.org.br\/?p=15"},"modified":"2012-04-10T10:53:19","modified_gmt":"2012-04-10T13:53:19","slug":"a-mentira-de-melquisedec","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/grimorio.cih.org.br\/?p=15","title":{"rendered":"A mentira de Melquisedec"},"content":{"rendered":"<p>Curitiba, 26 de agosto de 2003. 20h<br \/>\nAn iv11 Sol 3\u00b0 Virgo, Luna 25\u00b0 Leo Dies Martis<\/p>\n<p>Quando cheguei do Rio de Janeiro, vi pela lista do CIH que estavam tendo uma discuss\u00e3o sobre um suposto terapeuta, que se dizia sacerdote de Melquisedec, e que passava v\u00e1rias informa\u00e7\u00f5es truncadas sobre o conhecimento esot\u00e9rico. O suposto sacerdote estaria em Curitiba no dia 26, que \u00e9 hoje, e o pessoal da lista pretendia ir l\u00e1 para saber o que estava acontecendo. Cheguei a dar minha opini\u00e3o, dizendo que seria perda de tempo ir at\u00e9 l\u00e1 para ouvir tal pessoa.<\/p>\n<p>\u00c0 noite, recebi um telefonema do Frater Seth, dizendo que seu sogro estaria por l\u00e1, e que estaria disposto a vender um carro para participar de um curso do sujeito, e ainda, que estava tentando levar a filha e a esposa junto com ele. Conversamos um pouco, e finalmente cedi ao pedido do Frater Seth. Isso aconteceu no dia 25 \u00e0  noite.<\/p>\n<p>Durante o dia, pedi ao Frater Appollo Pan 721 que entrasse em contato com o restante do pessoal, para irmos todos ao local da palestra. Quando chegamos ao local, j\u00e1 havia muita gente se preparando para o evento. Estavam ali, pelos nossos c\u00e1lculos, mais de cem pessoas.<\/p>\n<p>O pessoal ia se sentando no ch\u00e3o, onde houvesse um espa\u00e7o vazio. Todos deixamos nossos sapatos do lado de fora (uma exig\u00eancia do local), e nos sentamos pr\u00f3ximos \u00e0  porta. Estavam ali comigo &#8211; Soror Keridwen, Frater AP 721, Frater Seth, e Frater DAM 38. Posteriormente chegaram: Soror Hathor, Soror Temperance, e Frater Calixto.<\/p>\n<p>Assisti tudo com o m\u00e1ximo de toler\u00e2ncia poss\u00ed\u00advel. O palestrante falou de suas viagens de Aurora (DF), Ilha de P\u00e1scoa, etc. Todos ali sabiam as datas das viagens quase de cor, o que para mim, soa quase como fanatismo religioso.<\/p>\n<p>Dentre as besteiras que ele falou, posso citar de cabe\u00e7a pelo menos as seguintes:<\/p>\n<p>* Que foi at\u00e9 Aurora (DF), fazer um ritual de energiza\u00e7\u00e3o da terra, para os 144 mil avatares que nasceriam sob os ausp\u00ed\u00adcios de Buda Maitr\u00e9ia, e que seriam focos da divindade encarnada.<\/p>\n<p>* Que receberam l\u00e1 uma fam\u00ed\u00adlia de argentinos (pai, m\u00e3e e filho) e que a crian\u00e7a, sofrendo horrores espirituais incr\u00ed\u00adveis (nas palavras do tal Henrique), foi curada em Aurora, com a ben\u00e7\u00e3o do ritual realizado. (Antes que eu esque\u00e7a, o ritual foi feito para \u00d3rion, Pl\u00eaiades e S\u00ed\u00adrius).<\/p>\n<p>* Disse que marte no dia 27 seria do tamanho da Lua Cheia. (!!! Na melhor das hip\u00f3teses, quero acreditar que ele esqueceu de mencionar que isso seria no caso de se olhar para Marte usando uma luneta de 25x de aumento!!!).<\/p>\n<p>* Disse que Ser\u00e1pis Bei estava sobre a Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops e que ele seria Seth (o deus eg\u00ed\u00adpcio) e que reinaria sobre a humanidade no ciclo atual, trazendo uma era de luz.<\/p>\n<p>* Disse ainda que estava indo ao M\u00e9xico trabalhar nas antigas pir\u00e2mides para libertar as almas das crian\u00e7as que estavam presas ali (!!!!).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s desfiar esse ros\u00e1rio de absurdos, fez uma medita\u00e7\u00e3o com m\u00fasicas que eram do estilo do Padre Marcelo ou de evang\u00e9licos misturado com academia de gin\u00e1stica, enquanto usava uma t\u00e9cnica de pastor de ponto de \u00d4nibus para chamar a &#8220;luz l\u00ed\u00adquida&#8221; sobre o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Durante todo o evento, pude perceber que a grande maioria das pessoas sentia uma admira\u00e7\u00e3o sincera por aquele indiv\u00ed\u00adduo. Fiquei impressionado por ver como aquelas pessoas estavam sendo enganadas por aquela vigarice e ainda assim estava gostando! Isso me deixou profundamente preocupado, porque me fez tomar consci\u00eancia de qu\u00e3o fr\u00e1gil \u00e9 a cren\u00e7a das pessoas, e de como \u00e9 f\u00e1cil induzir algu\u00e9m a errar.<\/p>\n<p>Vivemos atualmente num mundo atribulado, onde o ser \u00e9 definido por sua profiss\u00e3o, e n\u00e3o por suas qualidades enquanto indiv\u00ed\u00adduo, cada vez mais fragilizamos o indiv\u00ed\u00adduo favorecendo a coletividade. O desejo de ser normal, ou melhor, de ser aceito pela maioria conduz as pessoas \u00e0 verdadeira morte do ego, fazendo do indiv\u00ed\u00adduo uma casca vazia que apenas repete mecanicamente um padr\u00e3o definido.<\/p>\n<p>Por outro lado, ser diferente hoje tamb\u00e9m se tornou uma coletividade. J\u00e1 que os v\u00e1rios diferentes acharam seus iguais formando grupos. Mas qual seria a sa\u00ed\u00adda? Se buscar ser diferente hoje \u00e9 o normal, e o normal \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o da maioria, tudo \u00e9 uma coisa s\u00f3. O que se deve buscar \u00e9 a plenitude da exist\u00eancia. Viver a vida em todos os aspectos poss\u00ed\u00adveis, mesmo que a escolha seja n\u00e3o fazer nada, se isso for da sua natureza. E mesmo que isso num grau menor significar ser normal, j\u00e1 ser\u00e1 diferente. Como? Pela consci\u00eancia. E \u00e9 essa consci\u00eancia que se diferencia o &#8220;norm\u00f3ide&#8221; do &#8220;iniciado&#8221; ou &#8220;adepto&#8221;.<\/p>\n<p>\u00c9 esse tipo norm\u00f3ide que se amontoava pelo ch\u00e3o da sala ainda em constru\u00e7\u00e3o. Pessoas que por n\u00e3o ter a consci\u00eancia dos seus atos, empresta a consci\u00eancia do outro ou paga pra quem tem. E pelo visto, pagam caro. Enquanto de um lado eu buscava pessoas pra viabilizar o custo de uma ida \u00e0  S\u00e3o Paulo, ali naquela sala discutiam viagens ao M\u00e9xico, Ilha de P\u00e1scoa, etc. De onde vem esse dinheiro? Al\u00e9m de mentes compartilhadas, o bolso tamb\u00e9m \u00e9 compartilhado.<\/p>\n<p>Aguardei o final da palestra antes de tomar qualquer atitude. O palestrante fez uma medita\u00e7\u00e3o orientada por aproximadamente 15 minutos. A primeira m\u00fasica era tranquila, mas as outras lembravam banda de rock evang\u00e9lico ou gospel. E se n\u00e3o fosse o incenso e um calend\u00e1rio Maia, poderia confundir a reuni\u00e3o com uma missa evang\u00e9lica fundamentalista, e o palestrante seria um pastor barato, que garante na prega\u00e7\u00e3o o sal\u00e1rio do m\u00eas. No caso, garantia mais uma viagem ao M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Quando a medita\u00e7\u00e3o acabou, a Soror Keridwen se levantou e saiu. Um pouco depois, o Frater AP721 reclamou de sede. Comentei que a Soror Hathor poderia trazer-lhe \u00c1gua. Ele preferiu sair. N\u00e3o voltou mais para a sala. Ficamos ali apenas eu, Frater Dam 38, Frater Seth e Frater Calixto.<\/p>\n<p>Me levantei e comecei a fazer uma seq\u00fc\u00eancia de perguntas que tento reproduzir integralmente, tanto quanto me seja poss\u00ed\u00advel.<\/p>\n<p>&#8211; Prezado Henrique. Algu\u00e9m comentou comigo que voc\u00ea fala v\u00e1rias l\u00ed\u00adnguas antigas, \u00e9 isso mesmo?<\/p>\n<p>&#8211; Cinco. Falo cinco l\u00ed\u00adnguas antigas e do esp\u00ed\u00adrito. Desde os 2 anos.<\/p>\n<p>&#8211; Ok. No \u00faltimo final de semana estive no Rio de Janeiro e trouxe-lhe uma mensagem que recebi. Essa mensagem \u00e9 para voc\u00ea. Se poss\u00ed\u00advel, gostaria que voc\u00ea traduzisse aos colegas o que vou lhe falar.<\/p>\n<p>&#8211; A l\u00ed\u00adngua do esp\u00ed\u00adrito n\u00e3o deve ser traduzida. &#8211; interrompeu ele.<\/p>\n<p>&#8211; Sem problemas. Mas vou falar mesmo assim, porque \u00e9 direito deles saberem &#8211; Dito por Djehut, Senhor do Khemenu, escriba dos deuses, n\u00e3o nascido, sem genealogia, auto-criado. Escrito pelo escriba Goya, Justo de Voz: P\u00f5e uma trava diante de tua l\u00ed\u00adngua, para que tuas palavras n\u00e3o destruam tua paz e envergonhem a tua casa.* &#8211; Continuei falando: A segunda coisa, \u00e9 que voc\u00ea comentou que esteve em Aurora\/DF, fazendo um ritual para \u00d3rion, S\u00ed\u00adrius e as Pl\u00eaiades, foi isso?<\/p>\n<p>&#8211; Sim. S\u00ed\u00adrius e Pl\u00eaiades. &#8211; Ele omitiu \u00d3rion, mas na palestra citou mais de uma vez.<\/p>\n<p>&#8211; Mas nessa \u00c9poca do ano, pela nossa latitude\/longitude, n\u00e3o s\u00e3o vis\u00ed\u00adveis no Brasil. Como voc\u00eas fizeram o ritual? Elas est\u00e3o abaixo da linha do horizonte.<\/p>\n<p>&#8211; No sentido c\u00f3smico, as posi\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o importantes. O que importa \u00e9 o ato em si.<\/p>\n<p>N\u00e3o quis me alongar, mas \u00e9 no m\u00ed\u00adnimo curioso observar que momentos antes ele falava sobre o tempo m\u00e1gico, a hora que iriam chegar os 144 mil avatares da humanidade num momento m\u00e1gico. Ou seja, o momento, as conjun\u00e7\u00f5es tempo\/espa\u00e7o s\u00f3 s\u00e3o importantes ao convencer o ouvinte a abrir a carteira, mas n\u00e3o s\u00e3o importantes no sentido ritual. Ou, dito de outro modo, se usarmos o ponto de vista do tal Henrique: Podemos fazer novos avatares a todo o momento, e o calend\u00e1rio Maia, que ele tanto defende \u00e9 um poster. E o tal momento m\u00e1gico que ele foi vivenciar em Aurora\/DF, \u00e9 comprovadamente, uma mentira.<\/p>\n<p>&#8211; Mas at\u00e9 onde sei, a pir\u00e2mide foi constru\u00ed\u00adda respeitando essas rela\u00e7\u00f5es astron\u00f4micas, e os rituais eram celebrados quando o monumento se alinhava com as constela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; Isso \u00e9 um saber do Ego. Na vida do esp\u00ed\u00adrito, n\u00e3o \u00e9 assim.<\/p>\n<p>Novamente, n\u00e3o quis ser agressivo, mas \u00e9 curioso observar que argumenta\u00e7\u00e3o dele vai contra a cultura eg\u00ed\u00adpcia, j\u00e1 que para ele, os alinhamentos \u00f3bvios, hoje comprovados por fotos de sat\u00e9lites, foram feitos apenas por um desocupado e n\u00e3o possu\u00ed\u00ada nenhum sentido al\u00e9m. Ou seja, a pir\u00e2mide n\u00e3o serve para mais nada, a n\u00e3o ser existir para aguardar o Henrique para ir l\u00e1 libertar as milhares de almas que est\u00e3o aprisionadas nos corredores do monumento, como ele disse que seria sua miss\u00e3o indo ao M\u00e9xico.<\/p>\n<p>&#8211; Al\u00e9m disso, &#8211; falei &#8211; voc\u00ea falou sobre Ser\u00e1pis Bei ser o equivalente ao Seth eg\u00ed\u00adpcio. E que Seth iria governar o atual ciclo. \u00c1\u0081pis era adorado como o Boi no Antigo Egito, numa \u00c9poca anterior ao florescimento do mito de Os\u00ed\u00adris. Seth era tido, segundo o mito de Os\u00ed\u00adris, como a encarna\u00e7\u00e3o de todo o mal. Como poderia ele representar o amor Cr\u00ed\u00adstico? Al\u00e9m disso, o animal dedicado a ele era um jumento, n\u00e3o tendo nada em comum com o boi.<\/p>\n<p>Devo interromper um pouco a narra\u00e7\u00e3o para esclarecer que nem mesmo o jumento era o animal sagrado de Seth, mas um animal semelhante que at\u00e9 o momento n\u00e3o foi identificado.<\/p>\n<p>O Henrique argumentou novamente, dizendo que isso era um saber do Ego, e ele era um sacerdote de Melquisedec desde os dois anos. Me acusou de tomar uma postura agressiva, de ir ali confront\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Da minha parte, falei que meu objetivo ali era apenas levar uma mensagem recebida no final de semana no Rio de Janeiro (ver di\u00e1rio do dia 23\/24). E n\u00e3o pretendia confront\u00e1-lo, mas que sua exposi\u00e7\u00e3o tinha me levantado aquelas quest\u00f5es. Quando ele falou sobre ser um sacerdote, invocando uma autoridade que ele n\u00e3o tinha, olhei diretamente nos olhos dele e falei:<\/p>\n<p>&#8211; Olhe nos meus olhos, e voc\u00ea saber\u00e1 quem eu sou, de onde eu vim e o que estou fazendo aqui.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o olhou diretamente nos meus olhos, mas sorrindo disse:<\/p>\n<p>&#8211; E voc\u00ea, veja minha luz s\u00f3lida, e tamb\u00e9m vai saber quem eu sou.<\/p>\n<p>O clima estava extremamente tenso, e se fez um segundo de sil\u00eancio eterno, e finalmente, algu\u00e9m do grupo dele disse:<\/p>\n<p>&#8211; Veja a nossa luz!<\/p>\n<p>&#8211; Eu vi e agrade\u00e7o a sua acolhida &#8211; respondi. &#8211; Minha fun\u00e7\u00e3o era apenas trazer essa mensagem, e ela foi entregue. Cabe a voc\u00ea agora &#8211; disse apontando para o Henrique &#8211; Passar ou n\u00e3o a mensagem para as pessoas aqui presentes. Boa noite! &#8211; Falei e me dirigi imediatamente \u00e0  porta.<\/p>\n<p>O ar estava t\u00e3o pesado que se podia cortar com uma faca. Sa\u00ed\u00ad e encontrei o pessoal do CIH que tinha sa\u00ed\u00addo antes do evento todo entre eu e o Henrique.<\/p>\n<p>N\u00e3o pretendo comentar essa retirada de alguns membros, at\u00e9 porque de uns eu esperava isso baseado na conviv\u00eancia. Mas de outros, s\u00f3 posso lamentar, pois capitularam antes de haver a luta come\u00e7ado.<\/p>\n<p>O que eu apreendo dessa situa\u00e7\u00e3o toda \u00e9 que a escravid\u00e3o ainda existe, e ela \u00e9 passiva. &#8220;Os escravos servir\u00e3o!&#8221; &#8211; Liber Al.<\/p>\n<p>O pior de tudo, \u00e9 que agora as pessoas v\u00e3o livremente \u00e0s naus escravagistas, ao com\u00e9rcio escravo entre ordens, e aceitam a canga sorrindo e mostrando os dentes. Mas o sorriso n\u00e3o \u00e9 nem de prazer nem de defesa, mas como um cavalo que est\u00e1 prestes a ser comprado.<\/p>\n<p>Pessoas como esse senhor me fazem acreditar no trecho b\u00ed\u00adblico em que muitos falar\u00e3o em nome do Senhor, apenas para escravizar. Lobos em pele de cordeiro.<\/p>\n<p>Frater Goya<\/p>\n<p>Notas:<br \/>\n* Original em Eg\u00edpcio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Curitiba, 26 de agosto de 2003. 20h An iv11 Sol 3\u00b0 Virgo, Luna 25\u00b0 Leo Dies Martis Quando cheguei do Rio de Janeiro, vi pela lista do CIH que estavam tendo uma discuss\u00e3o sobre um suposto terapeuta, que se dizia sacerdote de Melquisedec, e que passava v\u00e1rias informa\u00e7\u00f5es truncadas sobre o conhecimento esot\u00e9rico. 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